Alagamentos e seus impactos nos sistemas fotovoltaicos após a tragédia no RS
As indenizações do seguro solar da Elétron para alagamentos e inundações no Rio Grande do Sul já ultrapassam R$ 1 milhão.
Mesmo após mais de três meses do desastre climático que atingiu o Rio Grande do Sul, as consequências ainda são visíveis. As chuvas intensas, que começaram no final de abril e se intensificaram, resultaram em enchentes e alagamentos que causaram danos significativos em quase 95% das cidades do estado, afetando propriedades e instalações, incluindo usinas fotovoltaicas.
Desde então, o número de sinistros de energia solar não parou de crescer. Somente entre maio e julho de 2024, a Elétron registrou 176 sinistros indenizados, dos quais 92 foram exclusivamente por alagamentos e inundações, totalizando mais de R$ 1 milhão em indenizações pagas.
Apesar de expressivo, esse valor representa apenas uma pequena fração dos consumidores que conseguiram usufruir dos benefícios do seguro.
Continue lendo este artigo para entender quais impactos os alagamentos tiveram nos sistemas fotovoltaicos no Rio Grande do Sul e por que nem todas as vítimas receberam indenização.
Impacto dos alagamentos nos sistemas fotovoltaicos no RS
Um dos principais itens danificados durante esses eventos climáticos foram os inversores, que ficaram submersos por dias. No entanto, não foram os únicos afetados; muitos painéis solares, cabos e estruturas também foram destruídos ou arrastados pela força das águas.
Os registros de sinistros atendidos pela Elétron mostram que a maioria dos acionamentos envolveu perdas parciais, principalmente por causa de danos aos inversores. No entanto, a Elétron também registrou casos de usinas que sofreram perda total.
Segundo a empresa, o número de sinistros no Rio Grande do Sul corresponde a cerca de 32% do total indenizado em 2024, enquanto o valor das indenizações corresponde a aproximadamente 22% do total anual.
Vale destacar que essas porcentagens provavelmente aumentarão, pois alguns sinistros estão em processamento e muitos clientes ainda não conseguiram acionar o seguro devido aos extensos danos que sofreram.
Por que algumas vítimas não foram indenizadas pelo seguro?
Apesar do seguro ser uma ferramenta essencial para proteção financeira em casos de desastres naturais, a maioria das vítimas no Rio Grande do Sul não contava com cobertura adequada.
Conforme dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), apenas 30% das pessoas afetadas possuíam algum tipo de seguro. Dentre essas, somente 10% tinham apólices específicas para alagamentos e inundações.
Esse cenário destaca não só a importância de ter um seguro, mas também a necessidade de compreender detalhadamente o que se contrata. Para isso, é essencial escolher apólices que correspondam tanto aos riscos específicos da região onde o seu cliente vive quanto ao valor do item protegido.
Como no caso do seguro solar da Elétron, que, por ser específico para energia solar e oferecer coberturas para alagamentos e inundações, conseguiu indenizar 100% dos seus clientes no RS.
Graças a essa cobertura, os clientes poderão usar a indenização para recuperar parte dos prejuízos, seja para reparar o sistema fotovoltaico ou para lidar com outras urgências.
Conclusão
O desastre que atingiu o Rio Grande do Sul destacou a importância de ter um seguro adequado, especialmente para sistemas fotovoltaicos, que os alagamentos e inundações afetaram severamente.
Embora o seguro solar da Elétron tenha coberto todos os sinistros dos seus clientes com eficiência, muitas pessoas com outros seguros não receberam indenização devido à falta de coberturas específicas para esses eventos.
Portanto, esse episódio serve como um alerta para todos os integradores de energia solar: a escolha de um seguro não deve ser baseada apenas no custo, mas também na adequação da cobertura às necessidades e riscos específicos de cada cliente.
Se você ainda não incluiu seguro solar com coberturas completas em suas propostas, não deixe para depois. Proteja o investimento do seu cliente e ofereça a segurança que ele merece.

