Com a nova modalidade de comissionamento da Elétron, integradores de energia solar encontram no seguro uma fonte adicional de receita, além de um diferencial na entrega ao cliente.
O mercado de seguros para sistemas fotovoltaicos no Brasil continua em plena expansão, acompanhando o avanço acelerado da energia solar no país.
Para se ter um panorama, em 2024 foram instalados 736.801 novos sistemas solares, segundo dados da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica). Desse total, 80.464 foram protegidos com seguros contratados por meio da Plataforma Elétron, o que representa quase 11% das novas instalações.
Esses números, calculados com base nas operações da Elétron em comparação com o total de sistemas instalados no país, refletem uma mudança de percepção no setor: o seguro solar está se consolidando como parte integrante dos projetos, deixando de ser visto como um acessório para assumir um papel estratégico e indispensável.
Um dos principais motivos para essa mudança é que a proteção tem ganhado cada vez mais relevância entre os próprios integradores, que enxergam nela uma maneira de agregar valor à proposta, ao mesmo tempo em que aumentam seu faturamento mensal.
Neste cenário, programas de comissionamento como o da Elétron têm contribuído para fortalecer essa transformação no setor. Ao oferecer comissão a cada apólice emitida, o modelo cria uma nova fonte de renda e incentiva o integrador a incluir a proteção como um diferencial na entrega.
Para entender como o seguro pode se tornar uma fonte de renda extra para profissionais de energia solar, ao mesmo tempo em que oferece segurança aos clientes, continue lendo o artigo.
É possível ganhar comissão com o seguro solar?
A resposta é sim. Para quem já atua na venda e instalação de sistemas fotovoltaicos, o seguro tem se mostrado uma boa oportunidade de gerar receita adicional.
Por ser uma solução prática e rápida, o integrador consegue aumentar o faturamento mensal com os próprios clientes da base, sem precisar captar novos leads ou investir muito tempo em negociações.
Essa possibilidade está disponível no modelo de comissionamento da Elétron, o Plus, que oferece 15% de comissão sobre o valor do prêmio líquido do Seguro de Riscos Diversos Equipamentos (pós-obra), tanto para novas contratações quanto para renovações.
Além disso, o modelo Plus é ideal para quem quer iniciar no pós-venda de forma simples, uma vez que basta enviar o boleto para o cliente realizar o pagamento do seguro e, após a confirmação, aguardar o recebimento da comissão.
A comissão é paga mensalmente, de forma proporcional ao pagamento do seguro. Ou seja, se o cliente parcelar em duas vezes, por exemplo, o comissionamento também será em duas etapas, uma em cada mês.
Renda extra sem depender da venda de novas usinas
Outro ponto relevante dessa modalidade é o alto índice de conversão das renovações, que chega a 85%.
Integradores que já aplicam essa estratégia relatam que a maioria dos clientes renova o seguro de forma automática e que, na prática, o único trabalho é lembrar que a proteção está prestes a vencer e pronta para ser renovada.
É o caso de Sue Ellen Lourenção, diretora administrativa e financeira da Ilúminus Energia Solar, de Patrocínio (MG), que utiliza a renovação do seguro de forma estratégica:
“Todos os projetos que vendemos já saem bonificados com o seguro e, depois, fazemos a renovação. A renovação é super simples, os clientes recebem muito bem e, quando o seguro está vencendo, basta avisar, e logo eles dizem ‘pode renovar'”, afirma Sue Ellen.
Além do retorno financeiro gerado por cada renovação, o esforço envolvido é mínimo, já que o trabalho é feito sobre uma base de clientes que o integrador já conquistou. Não há necessidade de captar outros leads nem de investir tempo e energia em longas negociações, como normalmente acontece na venda de novas usinas, que muitas vezes se arrastam por meses até o fechamento.
No caso da renovação, o processo é muito mais ágil. O cliente já conhece o trabalho do integrador, já comprou com ele, confia na empresa e, em muitos casos, mantém um bom relacionamento desde a instalação.
Ao entrar em contato oferecendo a renovação do seguro, o integrador reforça o pós-venda, demonstra atenção e zelo com o investimento do cliente e mostra que continua presente mesmo após a entrega do projeto.
Essa abordagem, além de fortalecer a confiança, facilita a tomada de decisão. Quando o cliente entende que a apólice que protegeu o sistema dele até agora está prestes a vencer — e que ele pode renová-la com facilidade, por um valor acessível e com uma cobertura que previne prejuízos como roubo, incêndio, danos elétricos e despesas extras —, a resposta costuma ser rápida e positiva.
Como funciona a renovação com comissão na prática
A renovação do seguro solar é feita pela Plataforma Elétron. O processo é simples e pode ser concluído em poucos minutos.
Primeiro, o integrador faz o login na plataforma e acessa o menu “Renovação”, onde verifica as apólices que estão prestes a vencer. A partir daí, ele já pode entrar em contato com os clientes seguindo a sequência de mensagens prontas do Manual de Renovações, um guia criado para auxiliar os integradores durante a renovação.
Com o aceite do cliente, basta clonar a cotação original e selecionar o modelo Plus, que garante o comissionamento. O integrador define então o novo prazo de cobertura, que pode variar de 1 a 5 anos, e escolhe a forma de pagamento — o valor pode ser dividido em até 5 vezes sem juros. Após a geração do boleto, ele é enviado ao cliente, que realiza o pagamento.
Assim que o pagamento é confirmado, a comissão é computada. No entanto, é importante lembrar que essa atualização pode levar até 10 dias para aparecer em “Minhas Comissões”.
O valor da comissão corresponde a 15% sobre o prêmio líquido da apólice e é pago mensalmente, de forma proporcional ao pagamento do cliente. Todo o repasse é feito via PIX, usando a chave cadastrada pelo integrador, o que garante agilidade e transparência.
A Sue Ellen Lourenção, da Ilúminus Energia Solar, reforça a simplicidade desse processo:
“É só clicar em ‘clonar’ na plataforma que já vem toda a descrição da apólice. A Elétron é uma grande parceira, sempre facilitando nossa vida, oferecendo mais garantia e segurança para a venda. E, hoje, com as condições climáticas e os riscos de roubo, não podemos ficar sem seguro.”
Conclusão
Diante das oscilações do mercado, a renovação do seguro surge como uma alternativa viável para gerar receita de forma recorrente, sem depender exclusivamente da venda de mais usinas.
Como se baseia em uma carteira já conquistada, esse modelo permite ao integrador manter o faturamento ativo com pouco esforço operacional, o que torna o processo mais ágil e menos desgastante do que captar novos projetos do zero.
Essa dinâmica também contribui diretamente para a saúde financeira do negócio. A previsibilidade gerada pelas renovações ajuda a equilibrar o caixa e a reduzir a pressão por novos fechamentos, especialmente porque o comissionamento oferecido pela Elétron não tem limite de ganhos.
Isso significa que, quanto mais apólices renovadas, maior a remuneração.
Mais do que gerar receita, porém, trabalhar a renovação reforça o vínculo com o cliente e amplia o valor da entrega, criando um ciclo sustentável de relacionamento e retorno financeiro.
Por isso, incluir o seguro no pós-venda deixa de ser apenas uma estratégia comercial e passa a ser uma escolha inteligente para quem busca estabilidade e crescimento no setor.

